Eu sinto
Sinto o mundo
Sinto o som da madrugada de são Paulo
Sinto a solidão de meu quarto onde a única companhia é a luminária
A noite se estende, as lembranças vem... o sono não chega
O chá preparado já se esfriou
A música e a poesia tocada através de conexões eletrônicas são as únicas vozes que ouço
O sonho de uma rede, um silencio e um bom livro me invade
Quero a paz e só isso, a paz e uma rede
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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Já que você gosta de Drummond.
ResponderExcluirCasas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.